Quando fazemos aniversário, acaba sendo inevitável, sempre vem aquele momento de reflexão sobre o último ano. Acontece sempre igual e eu meio que me acostumei com o sentimento nessa data. Esse ano refleti demais sobre amigos e como uma amizade pode mudar tanto com o passar dos anos. Ninguém fica ao seu lado pra sempre, mas isso não significa que estará só.
Não sou engenheira, mas hoje vou explicar como construir uma escada pode te ajudar. Mas, para isso, precisamos voltar alguns degraus e falar sobre definições. De acordo com o dicionário online, meta é: aquilo que se pretende alcançar; objetivo, finalidade. Em contra partida, no mesmo dicionário, sonho é: planejamento sem nexo; vontade absurda; fantasia. Depois dessa explicação, você consegue avaliar se o que você tem são metas ou sonhos? Eu sei que, quando você não nasce privilegiado de tudo na vida, quase tudo vira sonho mesmo. Infelizmente, a gente ainda depende de dinheiro para realizar a maior parte dos nossos sonhos. E nem todo mundo tem a chance de nascer bem de vida ou de ter uma renda só para realizar os objetivos que tem, sabe? Até por que, depois de uma certa idade, ou você começa ajudar em casa ou tem que bancar um canto só seu.
A probabilidade estatística do amor à primeira vista – Jennifer Smith
15 de abril de 2019Autora: Jennifer E. Smith;
Editora: Galera;
Páginas: 224;
Sinopse: Com uma certa atmosfera de Um dia, mas voltado para o público jovem adulto, A probabilidade estatística do amor à primeira vista é uma história romântica, capaz de conquistar fãs de todas as idades. Quem imaginaria que quatro minutos poderiam mudar a vida de alguém? Mas é exatamente o que acontece com Hadley. Presa no aeroporto em Nova York, esperando outro voo depois de perder o seu, ela conhece Oliver. Um britânico fofo, que se senta a seu lado na viagem para Londres. Enquanto conversam sobre tudo, eles provam que o tempo é, sim, muito, muito relativo. Passada em apenas 24 horas, a história de Oliver e Hadley mostra que o amor, diferentemente das bagagens, jamais se extravia. (Skoob)
Aos 17 anos fiz minha primeira viagem sozinha. Meu irmão mais velho trabalhava na Azul e eu viajei como stand-by. Que, nada mais é, do que um benefício de só pagar as taxas de embarque (se não estou enganada). Porém, se o voo lotar, o passageiro stand-by é o primeiro a ficar para o lado de fora e esperar o próximo voo. Ou seja, péssimo jeito de voar sozinha pela primeira vez. Ainda como menor de idade. Fui com o coração na mão e prestes a vomitar de nervoso a qualquer momento, juro. Eu ia para Campinas, ver parte da família paterna, mas o voo fazia escala em Manaus. A porcaria do aeroporto em obra e eu pedindo para morrer. Nem piscava para não perder as minhas coisas ou qualquer mudança no voo. Morrendo de medo de ser deixada para trás.
Gênero: drama;
Ano: 2018;
Roteiro: Bess Wohl;
Direção: Oriol Paulo;
Sinopse: Abbie (Gugu Mbatha-Raw) e Sam (Michiel Huisman) se conhecem desde os oito anos de idade e acreditam ser almas gêmeas, destinadas a ficar juntos para sempre. Mas, tudo muda quando um deles recebe a notícia de que tem câncer terminal. (AdoroCinema)
Eu nunca pensei em ser jornalista. Sério mesmo. Não brinquei de apresentar jornais na infância, nem nada parecido. Pelo contrário, cheguei a achar que seria engenheira. Dá para acreditar? Eu sei, também não acredito direito. E eu vivi essa época. Imagina você que caiu aqui de paraquedas. Mas, eu sou. Jornalista, no caso. Por formação e tudo. Só que, para explicar aonde quero chegar com isso aqui, tenho que voltar alguns aninhos na trama da minha própria vida. Eu nunca achei que seria jornalista, por que assim como toda a humanidade que só olha a casca da profissão, achava que precisava apresentar um jornal.
Quem é do meio musical, ou que acompanha, sempre ouve a famosa frase: “Apoie a cena local!”, apelo é que quase sempre ignorado. Acabamos escutando o que só os sites ou aplicativos de streaming nos empurram, sem lembrar que a maioria do que se tornou mainstream já foi underground. E que obviamente isso passou pela cena local bem no comecinho.
Autora: Jenny Han;
Editora: Intrínseca;
Páginas: 240;
Sinopse: A vida de Isabel Conklin é marcada pelas férias de verão. As outras estações do ano são como um intervalo, dias que passam lentamente enquanto ela espera que o sol lhe traga de volta o que mais ama: o mar, descanso, diversão e, principalmente, Conrad e Jeremiah Fisher. Os garotos da família Fisher sempre estiveram ao lado de Belly em suas aventuras. Conrad é ousado, sombrio, inteligente. Já Jeremiah, é confiável, engraçado, espontâneo. Mesmo sendo tão diferentes, os três constroem uma amizade que parece inabalável. Apenas parece… Tudo muda quando, em uma dessas férias, Conrad demonstra sentir algo por ela. O problema é que Jeremiah faz o mesmo. À medida que os anos passam, Belly sabe que precisará escolher entre os dois e encarar o inevitável: ela vai partir o coração de um deles. (skoob)
Eu nunca curti redes sociais, essa é a verdade. Eu sempre fui a amiga que entrava por último nas redes que todo mundo passava meses falando. Talvez tenha sido por isso que perdi contato com algumas pessoas no passar dos anos, mas eu reconheço o quanto elas podem ser importantes atualmente. Porém, existe bom senso pra fazer uso delas. Assim como tudo na vida, né?
Gênero: drama, thriller;
Ano: 2019;
Roteiro: Camilla Ahlgren;
Direção: Per-Olav Sørensen;
Sinopse: Quando um tiroteio em massa acontece em uma escola preparatória do bairro mais rico de Estocolmo, a estudante Maja Norberg é acusada de participar do crime. Durante o julgamento, muitos detalhes sobre seu relacionamento com Sebastian Fagerman e sua família são revelados. Mas seria a adolescente realmente culpada ou mais uma vítima? (AdoroCinema)