Azar Crônico

amoor e o mito do “não demos certo”

17 de outubro de 2021

Nesses anos em que eternizo histórias de amoor, muitos insights sobre o sentimento vem a minha mente o tempo todo. Cada nova história que eu escuto, um novo aprendizado. E hoje parei para refletir sobre o amoor e o mito clássico do “não demos certo”. Portanto, esse é um daqueles texto de esvaziar minha própria mente, sabe? Em que eu escrevo um monte de reflexões que surgiram na minha mente, muito mais para mim ter um registro sobre isso e uma organização no que penso, do que para alguém ler. É mais um dos textos em que vocês são muito bem-vindos na minha mente, mas não quer dizer que vão encontrar uma reflexão linear, ok?

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Azar Crônico

Amoor sem filtro: minha visão antes do projeto

3 de outubro de 2021

Muito falo de amor, mas pouco falo de como o efeito desse sentimento pode ser avassalador na vida de alguém. Inclusive na minha. Aqui, meu amoor sem filtro. Repito, essa é uma conversa sobre amoor sem filtro algum. Tudo o que vier a minha mente, será digitado, levemente polído para ajudar no SEO deste site. Apenas isso. Confesso que esse será um desabafo carregado de autossabotagem. Alguns pensamentos desses, eu já desmistifiquei e é capaz que eu mesma me contradiga no decorrer da publicação. Ao mesmo passo que, talvez você se sinta confuso e sufocado. Por que são muitas frases. Mas, é só uma fatia do que a minha mente consegue pensar em questão de segundos. Realmente sufoca. E é por isso que escrever é minha melhor ferramenta para transmutar isso.

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Azar Crônico

Nossa despedida de mentira: um adeus digno ao meu pai

3 de outubro de 2021

Essa é a nossa despedida de mentirinha.

Na madrugada do dia 30 de setembro, ouvi meu pai acordar. Estava lendo algum livro em pdf no celular, debaixo das cobertas, para a luz não refletir no teto, já que não tinhamos forro em casa. Eu tinha medo dele me brigar por estar acordada até tão tarde lendo. Ele tinha medo que eu estragasse os meus olhos naquela brincadeira. Eu senti uma vontade enorme de levantar e dar um beijo nele. Dizer o quanto eu o amava. Muito, muito. Sempre fui muito carinhosa com meus pais, mas naquela noite achei melhor dormir do que ir até lá. Para evitar chateação pra nós dois. Aproveitei e dormi. Mas, mais ou menos no mesmo horário, meu pai infartou. Ele mesmo conseguiu se recuperar e só fomos saber disso em um exame que ele fez no hospital.

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Azar Crônico

Escrever cura: e já passou da hora de curar o luto

29 de setembro de 2021

Nove anos. Meu Deus. Nem acredito que estou viva. Passei a semana me perguntando: o que falta liberar desse luto, meu pai? Por que eu já não aguento mais sofrer como se fosse morrer todos os anos. Mas, claro que a resposta veio: escrever. Nunca escrevi sobre isso. Nem aqui, nem em caderno nenhum. É meio louco pensar, por que eu sempre soube que escrever era a minha forma de curar. Então, pode ser que esse seja o primeiro de uma coletânea de milhares de textos. Ainda não sei prevêr o quanto pode demorar e ser intenso limpar isso. Mas, vou começar do começo. Por que eu preciso escrever até esgotar.

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Azar Crônico

Despedida: carta aberta à expectativa do amor

29 de setembro de 2021

Oi! Essa é minha carta de despedida. O desfecho final do nosso “quase”. Do nosso “e se”. Me permito botar em texto público, por que o canto que separei para eternizar as milhares de mensagens, que nunca enviei, já não existe mais. Além disso, acredito que outros corações acorrentados a fantasmas, também estejam precisando de um sinal para a tal despedida. Pergunto-me se começo contando a minha visão de nós ou se simplesmente vou direto para o ponto final que resolvi dar. O que é melhor? A crise de ansiedade volta a atacar, só de eu lembrar de ontem. Então, vamos do começo.

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Witch mood

Espiritualidade, religião e abraçar todas as partes de si

15 de julho de 2021

Espiritualidade. É… Essa tá longe de ser uma conversa comum aqui nesse blog. Mas, sendo sincera, já é bom alertar vocês que esse é o caminho aqui: cada vez mais um mergulho interno, em busca de dividir experiências com pessoas que sentem o mesmo. Portanto, vamos lá. São 23h23 (olá, sincronicidade) e eu acabei de receber um dos feedbacks mais lindos de uma consulente de tarot, que virou amiga. Se você que está lendo isso não tem a menor noção do que é um consulente de tarot, vamos ao breve resumo. Eu sou taróloga há dois anos e estou trabalhando profissionalmente com isso agora. Ou seja, usando cartas de tarot e oráculos, para transmitir mensagens dos mentores e anjos de guarda das pessoas que desejam essa conexão (os consulentes). 

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Azar Crônico

Comeback: é possível que lar seja um blog e não um lugar?

16 de junho de 2021

Qual a onomatopeia de um espanador?

Sei que esse é o jeito mais aleatório de começar uma postagem depois de tanto tempo. Mas, a verdade é que eu queria começar esse texto de um jeito engraçado, dizendo que estou tirando o pó deste blog amado. Afinal, não seria nem a primeira, nem a segunda e, provavelmente, nem a última vez em que eu faço um comeback aqui. Dessa vez fiquei mais sumida que o normal e esse nem deve ser o meu retorno definitivo. Tendo em vista que esse blog passará por mudanças drásticas (incluindo em seu nome) e tudo ainda está muito desorganizado por dentro e por fora. O X da questão aqui é: eu amo escrever e amo cada parte desse blog. Amo cada colunista que passou por aqui. Amo a equipe atual. E amo cada um de vocês que leem as coisas que escrevemos.

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Patrinando

Jovem, não se leve muito a sério, relaxe

20 de outubro de 2020

Confesso que desde que começou a pandemia, estou nostálgica ouvindo músicas da minha adolescência ou de shows que foram incríveis. Sim, ainda sou jovem, mas estou na metade do caminho dos 20 até os 30 anos. Até comentei isso na live que fiz com a cantora GEO pelo Jornal 140. E aí notei como me segurava para não gostar de muita coisa que eu secretamente gostava para não ser encarada como boba.

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Dois Quartos

Documentários sobre o Universo: um sentimento libertador

23 de setembro de 2020

 

Se tem uma coisa que eu fiz na quarentena (e estou fazendo porque ainda não acabou meudeusdocéuatéquando?) foi consumir uma diversidade de conteúdos. Entre eles, documentários. Mais especificamente, documentários sobre o Universo, o Cosmos e os astros. Por mais estranho que possa parecer, assistir – e aprender – sobre galáxias, estrelas anãs, buracos negros e a imensidão disso tudo, coloca as coisas em perspectiva. E isso traz, de certa forma, um sentimento libertador.

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