Azar Crônico

Reflita: O que é mais importante para você hoje?

13 de junho de 2019

Depois que comecei a compartilhar um pouco sobre os aprendizados do dia-a-dia aqui, passei a viver uma situação e já sacar que ela vai virar texto muito em breve. Comecei a fazer acompanhamento com psicólogo há umas semanas atrás. Numa das primeiras sessões, ele me fez três perguntas para mim. 1- Quem é a pessoa mais importante do mundo para mim? 2- O que é mais importante para você hoje? 3- O que você e o seu corpo precisam para serem felizes? Como era de se esperar, eu errei todas as respostas. Basicamente, eu e meu corpo somos o que e quem mais importantes para mim. Não o trabalho, não o blog, não minha mãe, não viajar, não nada. Ou, pelo menos, deveriamos ser. 

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Li, Gostei, Resenhei

Minha Infância: Fala sério, mãe! – Thalita Rebouças

10 de junho de 2019

Autora: Cynthia Hand;
Editora: Darkside;
Páginas: 352;
Sinopse: Mãe e filha. Que relação complicada essa! Amor, carinho, compreensão e, claro, muitas, muitas brigas. Brigas importantes, brigas bobas, brigas memoráveis. Só variam conforme a idade. Boletim, namorados, arrumação do quarto, legumes, viagens, festas, hora de chegar das festas… tudo é motivo para essas pelejas domésticas. Para Angela Cristina, elas são apenas carinho e preocupação. Para Maria de Lourdes, são chateação materna mesmo. Na primeira metade do livro, os textos mostram o ponto de vista da mãe. Mas depois do primeiro beijo, aos 12 anos, é Maria de Lourdes (ou Malu, como ela prefere) quem assume a narrativa. Fala sério, mãe! é uma coletânea de crônicas bem-humoradas do cotidiano dessas duas personagens, que pode ser lida aleatoriamente ou como um romance em pílulas, em ordem cronológica, da barriga aos 21 anos. (Skoob)

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Azar Crônico

Para o pai da Êrica: te escrevo com todo amor que tenho em mim

6 de junho de 2019

Lembra que você costumava brincar que viveu 50 anos da vida, fez muitas coisas, para no fim ficar conhecido como “o pai da Êrica”? Você fez muitas coisas mesmo. Teve mais 4 filhos além de mim. Mais 2 esposas além da mamãe. Viajou por tantos lugares, conheceu tantas coisas. Se aventurou tantas vezes, que as coisas do cotidiano não conseguiam te prender facilmente. Até chegar ao fim de uma faculdade foi uma luta, né? Pelo simples fato de que rotina te entediava mais do que entedia a maioria das pessoas. Você foi economista, você morou na Nigéria por um ano, você levou asfalto para vários lugares. Incluindo a Bolívia. Mas, no fim, você decidiu ser o pai da Êrica com todo o amor que tinha em ti. 

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Patrinando

Qual é a música da sua vida?

4 de junho de 2019

Hoje o post vai ser diferente: quero conversar. Não acredito em um amor romântico para a vida inteira e nem que o melhor amigo (a) não mude também. Tudo é passível de mudança. Mas uma das poucas coisas que ainda não mudou é a música da minha vida. Desde os meus 10 anos é Under Pressure, do Queen com David Bowie. Foi paixão à primeira ouvida e é a única música que me arrepiou desde o primeiro acorde. 

Ouço Under Pressure em todos os momentos: triste, alegre, com raiva, querendo descansar, não importa. Já outras músicas, só consigo ouvir em momentos específicos, como Who Wants to Live Forever, também do Queen. Essa música me acalma em momentos em que estou extremamente ansiosa. Aliás, caso não saibam, Queen é a minha banda favorita. Mas não vivo só de rock britânico. Gosto muito de ouvir Feeling Good, da Nina Simone, durante as madrugadas tomando um chá. Creio que essa música deve ser ouvida quando o ambiente está em absoluto silêncio para a voz da Nina preencher tudo. Não se deve ouvir Nina Simone em vão.

Já quando estou me arrumando para uma festa ou balada, tenho que escutar LoveGame, da Lady Gaga. É meu esquenta: começo a dançar. Às vezes borro a maquiagem por conta disso, mas tudo bem. Telephone, da Gaga com Beyoncé, costuma vir em seguida. E por aí vai. Música me ajuda a entrar no clima, seja qual for. Consigo compreender melhor o que estou sentindo, pensando e o que quero fazer. Ou simplesmente abstrair de tudo e me deixar levar pela batida e letra. A sensação de estar na pista de dança e pensar somente em dançar é extremamente libertador para mim. E vocês? Quais músicas ajudam a te libertar, relaxar, pensar? Também se sentem assim?

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O garoto da casa ao lado – Meg Cabot

3 de junho de 2019

Autora: Meg Cabot;
Editora: Record;
Páginas: 400;
Sinopse: Escrito em forma de mensagens de e-mail, ‘O Garoto da Casa ao Lado’ revela a história de Melissa Fuller. Que, nada mais é, do que uma jornalista de celebridades que está prestes a perder o emprego. Numa certa manhã, Mel está novamente atrasada para o trabalho. Contudo, dessa vez, ela tem uma desculpa de verdade: estava socorrendo Helen Friedlander, sua vizinha de oitenta anos, que entrou em coma após levar um golpe na cabeça, em conseqüência de um misterioso atentado. Seria a colunista de fofocas capaz de descobrir uma grande reportagem? Certa de que esta ocorrência é um gancho para uma matéria sobre as velhinhas indefesas de Nova York, Mel tenta convencer seu editor a publicar a história.

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Check-in

Viajar de carro: 5 coisas maravilhosas em pegar a estrada

2 de junho de 2019

Sempre viajei de carro. Meu pai viajava muito a trabalho pelo interior de Rondônia e Acre, e costumava levar a família toda junto. Também fomos algumas vezes para São Paulo, visitar a família. Nem sei como eles conseguiam viajar 3 dias de carro, com uma criança (eu) e um cachorro dentro de um carro. Eu e minha irmã nos jogávamos no banco de trás, iamos brigando de um ponto ao outro, enquanto meu pai colocava o cd dos Beatles e minha mãe reclava da música. Viajar de carro em família sempre foi divertido e adoraria repetir mais vezes. Por isso, a saudade me fez criar uma lista das coisas que mais amo em viajar assim. 

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Li, Gostei, Resenhei

Desventuras em série: mau começo – Lemony Snicket

27 de maio de 2019

Autor: Lemony Snicket;
Editora: Cia. das Letras;
Páginas: 152;
Sinopse: Mau Começo é o primeiro volume de uma série em que Lemony Snicket conta as desventuras dos irmãos Baudelaire. Klaus, Sunny e Violet, são encantadores e inteligentes, mas ocupam o primeiro lugar na classificação das pessoas mais infelizes do mundo. De fato, a infelicidade segue os seus passos desde a primeira página, quando eles estão na praia e recebem uma trágica notícia. Esses ímãs que atraem desgraças terão de enfrentar, por exemplo, um gosmento vilão dominado pela cobiça, um incêndio calamitoso, roupas que pinicam o corpo e mingau frio no café da manhã. É por isso que, logo na quarta capa, Snicket avisa ao leitor: “Não há nada que o impeça de fechar o livro imediatamente e sair para uma outra leitura sobre coisas felizes, se é isso que você prefere”. (Skoob)

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Patrinando

Jaloo: cristal paraense do pop

21 de maio de 2019

Não sei como exatamente comecei a ouvi-lo. Talvez por ter lido muitas vezes o nome dele aparecendo na minha timeline do Twitter ou nos stories do Instagram printados do Spotify. Mas lembro como foi o impacto de começar a escutar Jaloo. Fiquei extremamente surpresa. Leveza, letras certeiras e poéticas e ritmo dançante. Tudo isso não deixando de lado as influências rítmicas da terra natal, Pará.

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Minha infância: Poderosa – Sérgio Klein

20 de maio de 2019

foto do livro Poderosa

Autor: Sérgio Klein;
Editora: Fundamento;
Páginas: 185;
Sinopse: O pai e a mãe estão se separando, o irmão caçula é o garoto mais implicante do planeta e a avó passa os dias na cama, descascando a parede com as unhas, sem saber o que acontece ao redor. É este o habitat de Joana Dalva, que aos 13 anos sonha em ser escritora. Tudo o que ela desejava era criar histórias que distraíssem os futuros leitores, mas um dia faz uma redação sobre a quase xará Joana d Arc e provoca uma reviravolta na História. Se uma simples redação podia mudar o passado, por que não usar a literatura para consertar o presente?

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Check-in

Rondônia: 4 roteiros que ainda quero conhecer no meu estado

19 de maio de 2019

Eu sou rondoniense com o maior orgulho. Nasci e cresci aqui. Inclusive, acho o hino de Rondônia um dos mais bonitos que já ouvi. E devemos isso ao Joaquim de Araújo Lima, que conseguiu enxergar e traduzir em hino, a força do povo rondoniense. Mas, o assunto de hoje não são os destemidos pioneiros que vivem aqui. Entretanto, além de ter um povo determinado, Rondônia tem muitas belezas. Sendo assim, apesar de eu já ter tido a oportunidade de conhecer boa parte do meu estado de origem, ainda tem certos roteiros daqui, que eu gostaria de fazer. Alguns são belezas naturais, outros são pontos históricos e outros são curiosidades pessoais mesmo. Portanto, escolhi 4 roteiros que ainda quero conhecer por aqui e, quem sabe assim, você que é de outro estado, não se interessa em vir conhecer também? 

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