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Um lugar silencioso: exibido pela Telecine na #CPBR12

16 de fevereiro de 2019

Gênero: drama, terror, thriller;
Ano: 2018;
Roteiro: John Krasinski, Scott Beck, Bryan Woods;
Direção: John Krasinski;
Sinopse: Em uma fazenda dos Estados Unidos, uma família do meio-oeste é perseguida por uma entidade fantasmagórica assustadora. Para se protegerem, eles devem permanecer em silêncio absoluto, a qualquer custo, pois o perigo é ativado pela percepção do som.

Um lugar silencioso na #CPBR12

Para quem não sabe, a Telecine exibiu alguns filmes durante a Campus Party Brasil 12. A votação era feita através do instagram Coxinha Nerd e, na madrugada de sexta-feira (15), foi exibido o filme Um lugar silencioso. Ainda não tinha visto e é impossível não fazer um comparativo com Bird Box. Apesar dele ter lançado primeiro. A diferença, principal, é que um não pode olhar e o outro não pode falar. Mas, comparativos a parte, o filme confunde, apesar de ser bom de uma maneira geral. Bons atores, bons personagens, roteiro ok, visual bem montado. Entretanto, alguns pontos faltaram e outros não tiveram muita lógica. 

Porém, deixa eu te contar um pouco sobre a trama primeiro. O filme já começa com o casal e seus 3 filhos, fugindo em silêncio. E aparece algo como “Dia 89”. Então, já podemos saber que algo está rolando naquele local há algum tempo. O filme faz uma série de cortes e dá grandes saltos no tempo. Portanto, se você piscar por um minuto, pode ser que se assuste com algo que mudou no salto de tempo. Aconteceu comigo, mas não vou exemplificar, para não dar spoilers. Em suma, sabemos que tem uns bichos esquisitos (parentes do demogorgon) que matam a partir de qualquer barulho que eles escutam. Esperei, bastante, o filme explicar de onde surgiram os bichos. Por que eles matam a partir dos barulhos. Ou uma série de outras coisas sobre a família. Sendo assim, já gostaria de te avisar: não vai rolar. O que pode ser uma jogada para a continução que tem previsão de estreia maio de 2020. 

Um lugar silencioso é bom. Mas, poderia ser melhor

Senti um pouco de falta da preocupação paternal que pais poderiam ter. Principalmente depois da primeira parte do filme. A sensação que o filme passou foi de: não nos importamos muito com nossos filhos, então deixa eles lá fora para darem um jeito de se livrar do bicho. Mas, o filme cumpre o seu papel de te deixar apreensivo e naquela forte expectativa. Assim como tem personagens cativantes, que te faz torcer do começo ao fim pelo sucesso deles na jornada. Portanto, eu posso dizer que o filme é bom, gostei de assistir e até consideraria ver mais uma vez. Entretanto, poderia ser melhor, com algo mais bem planejado e com um roteiro mais elaborado. Recomendo, se você não for com muita sede ao pote. Só que, se você odeia acabar um filme cheio de questões para responder, passe correndo agora mesmo. 

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