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No good Nick: série adolescente sobre uma pequena trapaceira

20 de abril de 2019

Gênero: comédia, família;
Roteiro: David H. Steinberg, Erika Kaestle, Keetgi Kogan;
Direção: Andy Fickman, Bob Koherr, Eric Dean Seaton, Erika Kaestle, Jody Margolin Hahn, Phill Lewis, Robbie Countryman;

Sinopse: Liz (Melissa Joan Hart) e Ed (Sean Astin), uma mãe super-competitiva e um amável mas bobo “pai divertido”, acabam dando boas-vindas à uma garota de 13 anos na sua família, Nick (apelido de Nicole). Mal sabiam, é claro, que ela é uma golpista, com motivações secretas. (Filmow)

Nick, a pequena trapaceira

O novo sitcom da Netflix, No good Nick, traz uma personagem que é, no mínimo, peculiar. Nick é uma adolescente que aparece para uma família, pedindo abrigo já que seus pais morreram em um acidente de carro. No entanto, um mistério ronda essa versão da história. Afinal, seu pai está vivíssimo, na cadeia. E Nick está ali armando para a família, que aparentemente tem algo haver com a prisão de seu pai. Apesar de trazer no sangue o talento para ser trapaceira, Nick tem o emocional frágil por motivos “ainda não revelados”. Portanto, quando é muito bem recebida e acolhida de coração pela família, levar o plano a diante pode parecer mais complicado do que ela imaginou. 

Quanto aos outros personagens… Ed é um banqueiro meio bobão, principalmente para os filhos. Enquanto sua esposa, Liz, é uma chef de sucesso e meio frígida. Em contra partida, o filho do casal, Jeremy, sonha em ser um grande líder e faz de tudo para ter uma carreira acadêmica promissora. E Molly, a filha, faz parte de um grupo de jovens que desejam mudar o mundo e ajudar pessoas. Todas as personalidades beiram ao exageiro e ficam cômicas por isso.

O que esperar de No Good Nick

No Good Nick é, definitivamente, uma série básica e que não pretende transformar vidas. Ao contrário de One day at a time, que ainda não superei o fato de ter sido cancelada. Mas, a atmosfera adolescente, que lembra muito levemente séries Disney, é gostosinha de acompanhar. E até nos envolve tranquilamente durante toda a primeira temporada. Os personagens não são tão aprofundados como eu gostaria. Portanto, o foco praticamente fica entre a relação de Nick e seu pai.  E a forma como ele brinca com a cabeça da filha, forçando ela fazer coisas que ela não gostaria. 

A série tem uns temas mais delicados e trabalha o emocional em certos momentos. Mas, como eu disse, não é para transformar vidas. Está, definitivamente, mais para uma boa diversão para um sábado atoa. E termina a temporada com um gostinho de quero mais. 

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1 Comment

  • Reply Netflix: 5 séries "novas" para fugir do óbvio | Ré Menor 1 de maio de 2019 at 22:18

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