Rédestaca

Rédestaca 2018: os 5 melhores momentos para cada uma de nós!

31 de dezembro de 2018

Estão preparados para textão? Por que esse post esta longo como nenhum outro aqui do blog. Mas, a gente compartilhou o ano inteiro os nossos favoritos do mês. Sempre com o objetivo de indicar coisas que vocês também podem gostar. Entretanto, chegou o fim do ano e a gente merece uma rétrospectiva para relembrar os 5 melhores momentos de 2018 e torcer por um 2019 ainda melhor. Sendo assim, chega de conversa e vamos para o destaques do ano. 

Destaques da Gio

Destaques da Patrine

Shows

Definitivamente, este foi o ano que mais vi shows até agora. Nacionais, internacionais, indie, pop, pop rock nacional, eletrônica, MPB, jazz, blues… Ingressos caros, alguns de graça e outros que me surpreenderam (alô Franz Ferdinand, da próxima vez avisem com, pelo menos, dois meses de antecedência, ok?). Dessa forma, o primeiro foi o Phil Collins. Sim, o que fez a trilha sonora de Tarzan na versão Disney. Foi incrível ver uma lenda da música que, apesar do corpo debilitado, mantém a voz impecável. Além disso, fechei com chave de ouro vendo pela segunda vez uma das minhas cantoras favoritas, Joss Stone. Estava maravilhosa como sempre. Os festivais também merecem menção honrosa: Lollapalooza, Santos Jazz Festival, Coala e o Popload. Bem diferentes, mas me senti muito bem e quase chorei em algum momento em todos. Espero que no próximo ano tenhamos muita música em nossas vidas.

Tatuagens

A primeira tatuagem foi feita em 2017. Escrevi “Under Pressure” do lado esquerdo das costas, próximo do coração. É a minha música favorita da vida. É a união entre minha banda favorita, Queen, com um dos meus cantores favoritos, David Bowie. E não parei por aí. Em agosto, escrevi um trecho de Feeling Good, nas costelas do lado direito das costas, canção eternizada pela voz da diva Nina Simone. “Oh fredoom is mine/ And I know how I feel”. Um trecho muito forte e que sempre me emociona. No dia em que fiz essa tatuagem, me apaixonei por um flash. Era uma frase em francês d’O Pequeno Príncipe: “l’essentiel est invisible pour les yeux”.

Em português é a famosa “O essencial é invisível aos olhos”. Um mês depois de ter feito o trecho da música da Nina Simone, voltei e fiz o flash nas costas novamente, só que na altura do quadril do lado esquerdo. As três tatuagens fiz com a Julia de Oliveira, do Blush Tattoo, o primeiro estúdio feminino de Santos. Sim, minhas costas é como se fosse um livro de anotações.

Paraíba

Sempre que visito o Nordeste me sinto em casa. Acho que sou paulista por engano, mesmo sendo caiçara. Não consigo ficar muito tempo longe do mar ou da natureza. A selva de pedras me entristece. Porém, a Paraíba me mostrou o quanto é rica: culturalmente, em como João Pessoa é simples e bonita e como preserva a natureza. Cabedelo é uma cidade portuária e charmosa. E o aeroporto de João Pessoa não fica na cidade. Na verdade, é em Bayeux, cidade com nome francês por causa da colonização. Ah, a Paraíba e suas curiosidades! São Paulo tem muito o que aprender com os estados de outras regiões.

Tarrafa Literária

Todo ano, em Santos, acontece um evento que reúne nomes da literatura jornalismo, filosofia e outras artes: Tarrafa Literária. Para os que não são caiçaras, tarrafa é o nome de uma rede de pesca. É gratuito e todo ano acontece em um lugar muito bonito do Centro Histórico: Teatro Guarany. Neste ano, o dia 29 de setembro foi super movimentado: teve a Marcha das Mulheres contra o Bolsonaro em várias cidades do país e, no evento, teve a mesa “O lugar de fala, o lugar da escrita”, com as presenças de Eliane Brum, jornalista, e da filósofa Djamila Ribeiro, mediada pela pedagoga Simone Batista. Foi incrível ouvir três mulheres incríveis, que têm produções textuais tão ricas e densas. Feminismo, racismo, questões ambientais, jornalismo: tudo isso foi abordado de maneira séria, leve e com pitadas de humor.

Blanc & Camila

Conheço a Blanc há alguns anos quando eu era cronista em um tumblr chamado UmLivreiro. E a Camila conheci recentemente por meio da chefe deste blog. Foi incrível reencontrar essa rondoniense em um dia de jogo (mediano) de Copa Mundo, além de conhecer a Camila. Acontecia Brasil x Suíça e estávamos na Avenida Paulista andando, tirando fotos e conversando. Fui no Mirante do SESC mesmo morrendo de medo de altura. Também encontrei pela primeira vez a mãe da Blanc. Sujei a calça de molho shoyu quando comi um temaki. E tive a certeza de que amizades virtuais são mais do que reais.

Destaques da Mila

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