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Fuller House: a melhor continuação já feita pela Netflix

7 de outubro de 2017

Categoria: Seriado;
Gênero: Comédia família;
Duração dos episódios: 25-36 min;
Produtor: John Stamos;
SinopseAnos depois do desfecho da oitava temporada, D.J. Tanner (Candace Cameron-Bure) está agora vivendo em San Francisco, recém-viúva. Sua irmã mais jovem Stephanie Tanner (Jodie Sweetin), que agora tornou-se uma aspirante a música, e a sua melhor amiga Kimmy Gibbler (Andrea Barber), que tornou-se uma mãe solteira, mudam-se para a casa de D.J, com o objetivo de ajudá-la a criar o bebê recém-nascido e também os seus dois filhos mais velhos: o rebelde J.D., de 12 anos, e o neurótico Max, de 7 anos. Além disso, a filha adolescente de Kimmy, a determinada Ramona, também conviverá com a nova geração da família Tanner. (Filmow)

Se você nasceu entre os anos 80 e 90, provavelmente lembra de ver um dos episódios (ou uma reprise) da série Full House. A série contava a história de Danny Tanner que, após perder a esposa, passa a dividir a casa com o cunhado, Jesse, e o melhor amigo, Joey. Os dois se mudam para a casa de Tanner, com o objetivo de ajudar na criação das três filhas: D.J., Stephanie e Michelle. Durante o desenrolar das 8 temporadas, vemos as meninas crescerem. A família vai aumentando e várias dificuldades vão surgindo com as novas fases das garotas. Entre muitas confusões que esses pais solteirões sem experiência arrumam, aprendemos muitas lições sobre amor, família e amizade acima de tudo. 

Quando eu nasci, a série já tinha acado há algum tempo. Mas eu acompanhava as reprises no canal aberto durante a infância. Um pouco antes de saber que a Netflix ia lançar a continuação, Fuller House, eu maratonei as oito temporadas. A série além de ser super engraçada, é cheia de fofura e lições para a vida toda. Amei quando soube que ia lançar o spin-off e esperar pela continuação de Full House foi uma tarefa complicada, mas que valeu totalmente o esforço. 

Em Fuller House, acompanhamos a continuação das histórias dos Tanner e dos Gibbler. Obs: se você não acompanhou, Kimmy Gibbler é a melhor amiga da D.J., super maluca e inconveniente, mas que a gente ama muito. Nas novas temporadas, vemos que a D.J. volta a morar em San Francisco, por que seu marido morreu. Viúva e com três filhos, passa a morar na mesma casa da sua infância e contar com a ajuda da irmã do meio, Stephanie, e de Kimmy, que muda de mala e cuia para a casa dos Tanner para ajudá-la.

Além de todos os personagens antigos, temos os novos que só complementam a graça da série. São eles: Jackson, filho mais velho de D.J., Max, super carismático e perfeccionista igual ao avô, e o bebê, Tommy. Mas os que estão roubando a cena, são: Ramona, filha da Kimmy, e seu pai, Fernando. Infelizmente, nenhuma das gêmeas Olsen quiseram voltar à atuar como Michelle. Porém, a ausência da personagem gerou umas referências bem legais na primeira temporada. 

Dá para assistir sem ter visto Full House? 

Até dá. Mas, se você não assistiu as primeiras temporadas, recomendo que assista antes de embarcar nas três temporadas de Fuller House. Tem muitas referências que são fundamentais para entender o desenrolar das coisas agora, como o primeiro namorado da D.J. e a música que os pais cantavam para Michelle se acalmar quando bebê. Não custa nada, já que estão todos os episódios disponíveis na Netflix, né? Quanto a série em si, está muito mais do recomendada. Eu sou o tipo de pessoa que fica curiosa para saber sobre a continuação da vida dos personagens, quando acabo uma série, e acompanhá-los agora está sendo ótimo. O humor está cada vez melhor, os personagens mirins não deixam à desejar em nenhum momento e é muito bom rever os detalhes que nós, fãs, amamos. Como, por exemplo, o sofá quadriculado do Danny Tanner. Assistam! <3 

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