Favoritando

#Favoritando: Os livros que mais gostei de ler em 2013.

2 de janeiro de 2014
Sinopse: A Seleção começou com 35 garotas. Agora restam apenas seis, e a competição para ganhar o coração do príncipe Maxon está acirrada como nunca. Só uma se casará com o príncipe Maxon e será coroada princesa de Illéa. Quanto mais America se aproxima da coroa, mais se sente confusa. Os momentos que passa com Maxon parecem um conto de fadas. Quando ela está com Maxon, é arrebatada por esse novo romance de tirar o fôlego, e não consegue se imaginar com mais ninguém. Mas sempre que vê seu ex-namorado Aspen no palácio, trabalhando como guarda e se esforçando para protegê-la, ela sente que é nele que está o seu conforto, dominada pelas memórias da vida que eles planejavam ter juntos. America precisa de mais tempo. Mas, enquanto ela está às voltas com o seu futuro, perdida em sua indecisão, o resto da Elite sabe exatamente o que quer — e ela está prestes a perder sua chance de escolher. E justo quando America tem certeza de que fez sua escolha, uma perda devastadora faz com que suas dúvidas retornem. E enquanto ela está se esforçando para decidir seu futuro, rebeldes violentos, determinados a derrubar a monarquia, estão se fortalecendo — e seus planos podem destruir as chances de qualquer final feliz.
Motivos que gostei:  É o segundo livro da coleção “A Seleção”. Gostei muito por que a história (que já é otima no primeiro livro) amadureceu muito nesse segundo. Deu um ritmo novo e nada clichê pros personagens. Mais cenas impactantes, de doer o coração.
Resenha: A elite.
Sinopse: A culpa é das estrelas narra o romance de dois adolescentes que se conhecem (e se apaixonam) em um Grupo de Apoio para Crianças com Câncer: Hazel, uma jovem de dezesseis anos que sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões, e Augustus Waters, de dezessete, ex-jogador de basquete que perdeu a perna para o osteosarcoma. Como Hazel, Gus é inteligente, tem ótimo senso de humor e gosta de brincar com os clichês do mundo do câncer – a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas. Inspirador, corajoso, irreverente e brutal, A culpa é das estrelas é a obra mais ambiciosa e emocionante de John Green, sobre a alegria e a tragédia que é viver e amar.
Motivos que gostei: Mesmo tratando de um assunto delicado, como o câncer, é um livro leve. O autor trata tudo com uma naturalidade e simplicidade absurda. Me fez chorar em muitos momentos.
Resenha: A culpa é das estrelas.

1487611888 Sinopse: Depois de matar, Júlio Santana reza dez ave-marias e vinte pai-nossos para pedir perdão. Tem medo de acabar no inferno. Sem ideologia, Júlio Santana mata por ofício. Uma profissão que aprendeu em família, com seu tio Cícero, que lhe passou um trabalho aos 17 anos. Depois de 35 anos de ofício, contabiliza quase 500 vítimas registradas num caderninho com a capa do Pato Donald. Sem compaixão ou ódio, Klester Cavalcanti faz o matador respirar e nos assombrar com sua frieza. Pela primeira vez, um pistoleiro mostra seu rosto e conta sua vida. Mais do que a denúncia da impunidade e o desnudamento das engrenagens da viciada máquina Brasil, “O Nome da Morte” quer chacoalhar o país, acordá-lo desse triste sonho que ele insiste em viver como se fosse a realidade. Júlio Santana existe e dorme tranqüilo.
Motivos que gostei: Primeiramente que é um livro jornalistico, apesar de agradar a grande público. Segundo por que o jeito que o autor descreve, meu Deus, é incrível. A história é envolvente, apesar de assustadora, e é ainda mais incrível saber que tudo realmente aconteceu.
Resenha: O nome da morte.

 

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Sinopse: Com mais de 400 milhões de visualizações em pouco mais de um ano, os vídeos do coletivo Porta dos Fundos transformaram a maneira de fazer rir no Brasil. Um dos maiores responsáveis por esse sucesso é sem dúvida o ator e roteirista Gregorio Duvivier, que tem revelado grande habilidade em transformar a tragicomédia da vida contemporânea numa provocativa salada de gags que misturam absurdo e realidade. Ligue os pontos mostra que, para além da prosa humorística, o tratamento lúdico das palavras pode render poesia de qualidade. Refinada no curso de Letras da PUC-Rio – e elogiada por autoridades como Millôr Fernandes, Paulo Henriques Britto e Ferreira Gullar -, a escrita poética de Duvivier tem foco na importância descomunal dos momentos insignificantes do cotidiano. Flashes pungentes e irônicos da adolescência – o autor é um expoente da ‘geração do bug do milênio’ -, o mistério da criação, as palavras e suas relações inusitadas, a experiência do amor vivido enfim como gente grande, a transitoriedade de tudo – tendo a geografia sentimental do Rio de Janeiro como pano de fundo, a constelação de poemas de ‘Ligue os Pontos’ revela uma dicção marcadamente individual, que flerta, contudo, com o melhor da tradição carioca nonchalante, e extrai do dia a dia compartilhado imagens de desconcertante beleza.
Motivos que gostei: É uma sequencia de poemas livres, gostosos e meigos. Te traz uma sensação de calmaria, amor e felicidade instantânea. Transforma as coisas do cotiano, aquelas que ninguém se importa com frequência, em coisas muito importantes e divertidas.
Resenha: Ligue os pontos. 

 

Anna e o beijo Francês

Sinopse: Anna Oliphant tem grandes planos para seu último ano em Atlanta: sair com sua melhor amiga, Bridgette, e flertar com seus colegas no Midtown Royal 14 multiplex.Então ela não fica muito feliz quando o pai  a envia para um internato em Paris. No entanto, as coisas começam a melhorar quando ela conhece Étienne St. Clair, um lindo garoto -que tem namorada.Ele e Anna a se tornam amigos mais próximos e as coisas ficam infinitamente mais complicadas. Anna vai conseguir um beijo francês? Ou algumas coisas não estão destinadas a acontecer?
Motivos que gostei: Sei nem explicar o efeito de Anna sobre mim. Um livro que te prende e só te larga, infelizmente, na ultima página. Daqueles livros que guarda tanta coisa nas entre linhas, tanto sentimento, mas ao mesmo tempo é tão simples e fácil de amar. Perfeito. Sem mais.
Resenha: Anna e o Beijo Francês.

 

 

 

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