O Pasquim

Companhia de teatro MAPI: Música, Arte, Pesquisa e Investigação

7 de junho de 2013
O grupo MAPI – Movimento, Arte, Pesquisa, Investigação surgiu no final de 2011, com o fechamento de um curso chamado Ponto de Cultura Ponto de Início. No mesmo período montou o Espetáculo “Caim – Um mistério” que foi apresentado no Teatro Banzeiros. Foi o grupo mais ativo de Porto Velho em 2012, no início do mesmo ano iniciaram uma pesquisa de três meses sobre a Commedia Dell’arte (comédia de farsas italiana) e baseado nessa pesquisa estreou o espetáculo de rua “O Pastelão e a Torta”.
Após a temporada de O Pastelão e a Torta o grupo se dedicou a pesquisa de Clowns e montou o espetáculo “Dindo e Tonton, dois palhaços fujões”, texto escrito pelo próprio diretor do grupo, Elcias Villar e pela atriz Thais Thaianara. Foi apresentado também na Praça E.F.M.M. Depois desta temporada o grupo ensaiou a comédia de costumes brasileiros com o texto “O Juiz de Paz da Roça” de Martins Pena. Os atores encenaram os personagens nas matrizes da Commédia Dell’arte. Cada ator teve de 1 a 3 personagens, sendo oito atores. O espetáculo O Juiz de Paz da Roça estreou no Festival Amazônia Encena na Rua e ficou em temporada no mês de agosto.

Elenco de Dindo e Tonton, dois palhaços fujões. Foto: João Paulo.

“Temos um espetáculo pronto, ensaiado e montado, trata-se da segunda temporada de Dindo e Tonton, mas pela falta de espaço físico para apresentar, não podemos realizá-lo.” Diz Leonardo Scantbelruy, ator da companhia MAPI.
Ensaiavam no Teatro Banzeiros, pararam por alguns contratempos no desenvolvimento do trabalho. De agosto a novembro a companhia realizou mais de 80 apresentações (todas em escolas de RO e do AC) do espetáculo educacional infantil “Mapi e Curupira em: O caso do saco plástico”. O espetáculo foi contemplado pelo edital da Cepemar (empresa do ES voltada ao meio ambiente) e pela SEMA (Secretaria Estadual do Meio Ambiente)

Elenco de O Juiz de Paz da Roça, no Festival Amazônia Encena. Foto: Neiva Monteiro

“Estar no MAPI me fez crescer como artista e como pessoa. Me abrangeu em todos os sentidos da vida, me disponibilizou sentir o prazer do teatro, particular e especificadamente o teatro de rua. A diversificação de personagens que me foi proposto a atuar me desafiou e me lapidou muito como ator, preparação física me ajudou a vencer fronteiras do teatro de rua, que é de ser compreendido por todos, tanto pelo corpo, pela voz e pela expressão. Me orgulho por fazer parte dessa companhia e por crescer junto a ela” Leonardo ainda compartilhou um pouco de sua experiência no grupo.
Este ano, a companhia MAPI encontra dificuldades para se apresentar, devido a incompatibilidades de datas e por locais embargados pelo corpo de bombeiros.
xoxo, reader girl.

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