Para amar

Azmina: jornalismo investigativo a favor da mulher brasileira

15 de agosto de 2017

AZMina

Todas nós sabemos que ser mulher é enfrentar várias batalhas todos os dias. É sofrer preconceito por amamentar o filho em público, é ser obrigada a se encaixar num padrão de beleza maluco, é ter medo de andar na rua só. Se ser mulher já é complicado, imagina ser mulher e participar de outras minorias? Ser trans, ser lésbica, ser negra. Coisas que você não pediu para ser e nem tem como mudar. E, sejamos sinceras, você nem quer mudar. Você quer que a sociedade mude e tenha mais empatia. Nós queremos que a sociedade abrace as diferenças e trate elas com a normalidade que precisam ser tratadas. 

Ser mulher é ver, frequentemente, nas mídias, um jornalismo que acusa. Quando uma de nós é morta ou estuprada, primeiro investigam o passado dela, até descobrir algo que “justifique” o que houve. É ver um jornalismo que não se importa. Que, raramente, levanta as questões que precisamos ou que trata nossas causas com o cuidado e a atenção que precisamos. Se você também se sente pouco representada, lhe apresento: AzMina. 

“AzMina é uma instituição sem fins lucrativos cujo objetivo é usar a informação para combater os diversos tipos de violência que atingem mulheres brasileiras, considerando as diversidades de raça, classe e orientação sexual. […] Já a Revista AzMina é uma publicação online e gratuita para mulheres de A a Z.” 

A equipe é bem diversificada e falam sobre assuntos que representam as mulheres por completo. Afinal, não é por que nascemos mulheres, que nascemos com um manual de instruções e que temos exatamente os mesmos gostos. Tem mulheres que gostam de esporte, outras gostam de dançar ou ver novela. Somos todas diferentes. Mas, as vezes, passamos por situações semelhantes e o AzMina tem publicações sobre as nossas diferenças e as nossas semelhanças. São conteúdos que nos representam, sem dever nada para anunciantes.

Além disso, AzMina realiza consultorias, palestras e debates, com o objetivo de aprofundar as discussões sobre os direitos da mulher. Também são criadoras e cocriadoras de campanhas de conscientização nas redes sociais. A #CarnavalSemAssédio e #MamiloLivre. Separei 5 posts marcantes e completamente diferentes entre si, para que você conheça um pouco sobre o site. Para que você se apaixone por essa equipe e pelo conteúdo criado pela AzMina. 

Eu AMO ser mulher trans

É comum que essa diferença de tratamento, por si só discriminatória, seja inferiorizadora ou depreciativa mesmo, como se mulheres trans fossem menos mulheres, ou mulheres não fossem. Tal pensamento-ação é mais comum do que a maioria das pessoas cis percebe ou reconhece.

Jaqueline de Jesus

 

Sou mulher, feminista e cigana

Muitas mulheres ciganas dizem que “feminismo é palavra de payo (não-ciganos)”, mas mesmo assim elas lutam pelo fim dos casamentos forçados para as nossas meninas, pelo acesso à educação e pelo direito de viver sua sexualidade sem “véus de pureza”.

Rebecca Souza

 

Conheça as mulheres que estão resgatando o futebol do Amazonas

“No ano passado, quando foi classificado para o mata-mata do Campeonato Brasileiro, o Iranduba já chegou a levar públicos altos para a Arena, comparado com os padrões amazonenses — mais de 8 mil pessoas foram ver Iranduba x Corinthians lá. Depois, no fim do ano, a final da Liga Feminina de Futebol Sub-20 teve mais de 17 mil pessoas para prestigiar as meninas do Hulk, como o clube é carinhosamente apelidado.”

Dibradoras

Quer ajudar uma mãe? Aqui vão 4 dicas!

Crianças não precisam de mãe! Crianças precisam de cuidado! Crianças precisam de amor, brincar, colocar pé na grama e de uma boa soneca! Crianças precisam de leite materno (de preferência), que pode ser oferecido por qualquer cuidador e ordenhado pela mãe. Crianças precisam de acolhimento e não exclusão de praticamente todos os espaços sociais.

Tayná Leite

 

Das bonecas ao altar: por que há tantos casamentos infantis entre os ciganos brasileiros

A ideia de felicidade, para as ciganas de Tupim, está intimamente ligada ao matrimônio. Para elas, bom marido é aquele que cuida da mulher e dos filhos e dá a eles uma casa segura em que não falte nada. Querem que ele seja educado e carinhoso mas, de vez em quando, acham normal que ele grite e até bata na mulher. “Só devezinquando”, diz Kelly*, ao que a amiga Gina*, de 6, completa: “Quando ela fizer coisa errada”.

Nana Queiroz

Se você gostou, saiba mais sobre elas aqui e não perca mais nenhum conteúdo, curtindo a página delas aqui. 

Quais outros sites de conteúdos assim vocês seguem? Conta aí nos comentários! :) 

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