Li, Gostei, Resenhei

A Herdeira – Kiera Cass

1 de junho de 2015

1268detLivro: A Herdeira;
Autor: Kiera Cass;
Editora: Seguinte;
Páginas: 390;
Sinopse: Vinte anos atrás, America Singer participou da Seleção e conquistou o coração do príncipe Maxon. Agora chegou a vez da princesa Eadlyn, a filha mais velha do casal. Criada para ser uma líder forte e independentes, ela nunca quis viver um conto de fadas como o de seus pais. Por isso, antes de conhecer os trinta e cinco pretendentes que irão disputar sua mão numa nova Seleção, a jovem está totalmente descrente. Mas, assim que a competição começa, a situação muda de figura, e Eadlyn percebe que encontrar seu príncipe encantado talvez não seja tão impossível quanto imaginava. (Skoob)

CONTÉM SPOILER DE “A ESCOLHIDA”

Levei um susto enorme quando soube que ia sair mais um livro da “A Seleção”. Na minha concepção a história da América já tinha dado e os personagens podiam ficar felizinhos na deles. Porém, gostei bastante da proposta desse livro. Não é que eu não ame a trilogia “A Seleção”, mas tudo precisa ter um vim.

Como está bem claro, A Herdeira é narrado pela Eadlyn, herdeira do trono de Iléa. Claro que Maxon e América iam quebrar todas as regras bobas após assumirem o trono. Eles botaram fim a separação por castas e agora uma mulher pode assumir o comando de Iléa, sem problema algum. É exatamente por isso que a primeira, dos quatro filhos que eles tiveram, herdou o trono. Eadlyn nasceu 7 minutos antes do seu irmão gêmeo, Ahren. Os outros filhos são Kaden e Osten!

Pela capa já dá de perceber que ela é diferente da mãe. Os livros narrados pela América têm capas mais claras e singelas, além da história fluir bem mais. O da Eadlyn tem cores bem escuras e ela tem um ar de misterioso demais. Apesar disso, eu achei as duas bem parecidas. Acho que a garota é a versão da América nascida no castelo. Eadlyn é bem mimadinha, criada para ser uma rainha desde o princípio. Por conta disso, a herdeira criou uma armadura, querendo evitar que alguém ache que ela não é capaz de cuidar do país.

Quem vai fazer a seleção agora é a herdeira

Eadlyn vê sua armadura ser posta em risco quando é obrigada a participar de uma seleção para encontrar seu futuro marido, tentando assim, acalmar os rebeldes de Iléa. Conhecer todos aqueles 35 caras mexe com ela. Na maior parte dos momentos, Eadlyn não sabe como agir. Se vê constantemente criticada pela mídia local, os ataques não diminuem. Ela se vê pela primeira vez, realmente no foco da responsabilidade. No controle e/ou na falta dele.

Apesar de gostar mais da narrativa da América, ainda é a Kiera escrevendo. Então, não tem como não amar. No fundo, foi uma escolha bem legal manter a série, mas com novos personagens. Mas sem afastar os do passado que nós já amamos tanto. Pessoas como Aspen, Lucy e Marlee ainda se fazem presentes da melhor forma possível. Já estou torcendo para ler algo da perspectiva do Ahren, o gêmeo que poderia ter herdado o trono. E torcendo para a Eadlyn escolher um dos meus favoritos!

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