Favoritando

TEDx: 5 palestras inspiradoras em português para ver agora!

25 de Abril de 2018

Antes de mais nada, para quem não conhece, TED é uma organização sem fins lucrativos que defende o lema “ideias que merecem ser compartilhadas”. A organização começou há 26 anos, na Califórnia, e desde lá vem apoiando diversas ideias incríveis. De acordo com o site TEDX Dante Alighieri School, em “uma conferência TED, pensadores e realizadores de todo o mundo são convidados a dar a melhor palestra de suas vidas em 18 minutos ou menos”. Varios nomes notáveis já deram palestras inspiradoras no TED, como por exemplo, Bill Gates, Ngozi Okonjo-Iweala e Chimamanda Ngozi Adichie.

Continue Reading

Para amar

George Ezra: meu Deus, que voz linda!

24 de Abril de 2018

Conheci o George com a música Budapest no soundcloud, em 2015. Confesso que minha reação foi a esperada por quem já conhece o cantor. Achei que era um cara bem mais velho, pois é o que sua voz madura aparenta. No entanto não sei por que não procurei outras músicas, mesmo depois de ter ouvido Budapest por vários dias. Meses depois, naquele abençoado autoplay do youtube, uma outra música do George invadiu meus ouvidos, me enchendo de energias boas. Imediatamente, eu fiquei encantada com a voz dele e com as músicas! Além de ficar surpresa ao ver o garoto tão novinho com aquele vozeirão! 

Continue Reading

Li, Gostei, Resenhei

As vantagens de ser invisível – Stephen Chbosky

23 de Abril de 2018

As vantagens de ser invisível Autor: Stephen Chbosky;
Editora: Editora Rocco;
Páginas: 224;
Sinopse: Ao mesmo tempo engraçado e atordoante, As vantagens de ser invisível reúne as cartas de Charlie, um adolescente de quem pouco se sabe – a não ser pelo que ele conta nessas correspondências -, que vive entre a apatia e o entusiasmo, tateando territórios inexplorados, encurralado entre o desejo de viver a própria vida e ao mesmo tempo fugir dela. As dificuldades do ambiente escolar, muitas vezes ameaçador, as descobertas dos primeiros encontros amorosos, os dramas familiares, as festas alucinantes e a eterna vontade de se sentir “infinito” ao lado dos amigos são temas que enchem de alegria e angústia a cabeça do protagonista em fase de amadurecimento.

Stephen Chbosky capta com emoção esse vaivém dos sentidos e dos sentimentos e constrói uma narrativa vigorosa costurada pelas cartas de Charlie endereçadas a um amigo que não se sabe se real ou imaginário. (Skoob)

Continue Reading

Informações

Sorteio: 6 anos do blog Ré Menor

23 de Abril de 2018

No dia 23 de maio, nosso bloguinho querido completa 6 anos de criação. Sem querer cair no clichê mas já caindo, quem ganha o presente é você! Ou melhor, 3 leitores do blog. Portanto, nós preparamos 3 kits com muito amor e livros, especialmente para vocês. Ao todo, serão sorteados 4 livros, 3 kits de marca páginas de imã e vários outros brindes fofos. Primeiramente, para participar será necessário seguir algumas regras, como por exemplo, seguir o nosso perfil no instagram. Enfim, chega de enrolação e saiba como participar:

Continue Reading

Little Mess

Vitiligo: uma experiência totalmente pessoal

22 de Abril de 2018

Vitiligo, o que diabos seria isso?

É, simplesmente, uma doença autoimune que leva a pessoa a perder a coloração da pele. Não é uma doença contagiosa. Nem uma doença que provoca risco de vida. É claro, que é preciso tomar ainda mais cuidado ao pegar sol devido a essa falta de proteção da pele. Mas, no fundo, é só isso.

Continue Reading

Popcorn

Lady Bird: para todos que já quiseram dar voos mais altos

21 de Abril de 2018

Gênero: drama, comédia;
Ano: 2017; 
Direção e Roteiro: Greta Gerwig; 
Sinopse: Sacramento, Califórnia, 2002. A estudante Lady Bird (Saoirse Ronan) está no último ano do colégio e não faz ideia do que fazer depois que se formar. A convivência com sua mãe, uma enfermeira, é sufocante. Tudo o que vai acontecendo na vida de Lady Bird só a deixa cada vez mais desnorteada. (Filmow)

Continue Reading

Jukebox

Trilha sonora: Me before you

20 de Abril de 2018

Como eu era antes de você (Me before you), é um livro da autora Jojo Moyes que foi adaptado para o cinema em 2016. A história acompanha o rico e bem sucedido, William Traynor (Sam Claflin). Portanto, Will leva uma vida promissora repleta de: conquistas, viagens e tudo de bom que o dinheiro pode pagar. Mas, infelizmente, ao atravessar a rua em um dia chuvoso, ele é atingido por uma moto. Assim, sua vida muda completamente de percurso. Por conta do acidente, Will se torna tetraplégico, tendo que se acostumar com a sua nova companheira: a cadeira de rodas. Como você pode imaginar, logo Will se torna depressivo e extremamente cínico, preocupando seus pais (Janet McTeer e Charles Dance).

Continue Reading

Being Êrica

Diário de transição #2: a melhor decisão que tomei em 2017!

19 de Abril de 2018

Faz um ano e oito meses que parei de alisar meu cabelo. Na verdade, eu não sabia que era meu último alisamento quando o fiz. Eu não planejei entrar na transição. Para ser, beeeeem sincera, a coisa toda de transição aconteceu por acaso e, principalmente, por eu andar BEM insatisfeita com o meu cabelo reto e escorrido. Eu só decidi entrar na transição, quando já fazia 11 meses que não alisava. Ou seja, já tinham vários dedos de cabelo natural e eu fiz 11 meses de transição sem perceber. Portanto, fazem 9 meses que transição capilar é algo real para mim.

No meu primeiro diário de transição, eu contei um pouquinho da minha jornada com o cabelo. Além de falar sobre o corte que fiz em dezembro e sobre a importância de conversar com profissionais especializados no seu tipo de cabelo. Se você quiser ler esse primeiro diário de transição, clique aqui! Nesse segundo momento, quero contar um pouquinho de como venho me sentindo na transição. Além de falar sobre como venho lidando com as duas texturas e com o fato de tudo pesar no meu cabelo.

Continue Reading

Favoritando

8 filmes com a Lindsay Lohan que marcaram época

18 de Abril de 2018

Crianças dos anos 90, com certeza lembram da ruivinha Lindsay Lohan. Primeiramente, ela começou a carreira como modelo infantil. E, em 1999, protagonizou seu primeiro filme, Operação Cupido. Poucos anos mais tarde, Lindsay Lohan ganhou fama ao protagonizar filmes de grande sucesso. Sendo eles: Sexta-Feira muito Louca, Meninas Malvadas e Herbie, Meu Fusca Turbinado. Portanto, a atriz, modelo e cantora norte-americana, divertiu muita gente com filmes que passavam frequentemente na sessão da tarde. Como cantora, Lohan lançou dois álbuns de estúdio. Speak, lançado em 2004, e A Little More Personal (Raw), em 2005.

Continue Reading

Da página ao play

A culpa é das estrelas: que adaptação L-I-N-D-A!

17 de Abril de 2018

Já comecei a ler o livro cheia de expectativa, pois ouvi muitos elogios sobre ele. E acredite, não me decepcionei nem por um segundo. Apesar de o tema tratar sobre o câncer, um tema pesado e melancólico, o livro não passa isso. Fazia tempo que eu estava querendo ler algo realmente envolvente, que não me desse tempo nem para respirar. E sim, A culpa das estrelas, toma seu fôlego, te arranca sorrisos e infinitas lágrimas. Por várias vezes fechei o livro e o abracei, absorvendo o que tinha lido, só para tentar fazer durar mais

A história é narrada por Hazel Grace, que é a garota mais esperta e diferente que eu já vi. Doce, e determinada, trata tudo com leveza. Até mesmo a sexualidade. Ela fala numa linguagem tão simples, mas sem deixar as coisas vulgares. Augustus, tão charmoso e atencioso, que eu não me incomodaria de conhecer alguém como ele. Entre aqueles ambientes de hospital e casa, Hazel detalha tudo sem deixar a história maçante, detalhes realmente necessários para construir o ambiente da história e não aqueles detalhes desnecessários. Sou apaixonada por livros que fazem referencia a outros. E em “A culpa é das Estrelas” fala sobre Anne Frank e o museu criado em sua homenagem (não vou estragar a surpresa, mas foi uma das melhores referências que já vi).

Esse livro consegue despertar uma enorme variedade de humor em você, desde raiva e decepção até a alegria mais pura que puder sentir. O livro é tão bom que deveria fazer parte dos livros que devem ser lidos antes de morrer, perdendo apenas para “O Pequeno Príncipe” e “Fernão Capelo Gaivota”. E ao mesmo tempo, queria que só eu soubesse da existência dele.

Bom, quanto ao filme: muitos gostaram. Outros já disseram que não superou as expectativas. Talvez eu tenha me preparado psicologicamente muito bem para não ficar decepcionada, afinal, já me acostumei que adaptações não são totalmente fiéis. Mas ainda acho que esse filme foi muito bem feito e me fez sorrir muitas vezes. Porém, me fez chorar compulsoriamente por um bom tempo durante o filme e depois também.

Quando eu li A culpa é das estrelas e em seguida soube que fariam um filme, entrei em desespero. Tive medo de estragarem algo que mexeu tanto comigo. Tinha medo dos atores não sentirem a realidade daqueles personagens. Algo que Shailene Woodley, atriz que interpreta Hazel Grace, mostrou que conseguiu principalmente na cena em que seus pais entram no quarto e ela já sabe a notícia que está por vir e chora com tanto sentimento, ficou visível que ela sentiu a dor da personagem.

De começo tive birra com Ansel Elgort, ele não era a descrição do Augustus e eu estava azul de raiva. Mas quando saiu o trailer e ele sorriu pela primeira vez, com toda a “manha” do Gus, eu pensei “Ei, você acabou de ganhar meu coração”. Por que ele realmente ganha nos poucos segundos do trailer, mas ganha muito mais no decorrer do filme. Quanto as pequenas alterações que a história sofreu, achei que não foi nada demais, sabe? Claro, senti falta de alguns detalhes. Mas eram detalhes simples e que serviam apenas para preencher o livro. As partes realmente importantes, os diálogos principais, estavam ali, vivas e fortes, com uma trilha sonora incrível de fundo, prontas para me fazer soluçar.

Sim, a trilha sonora desse filme foi escolhida a dedo, as letras são lindas e sou mega fã da maioria dos cantores/bandas. Como One Republic, Ed Sheeran, Birdy… Particularmente, tenho mania de ler e escrever ouvindo música de acordo com o que o momento descrito pede. Então, esses três que citei acima já participavam da minha trilha sonora particular quando li o livro. Claro, não com as músicas da trilha oficial, mas com outras que poderiam se encaixar na história também.

“Alguns infinitos são maiores que os outros”.

De volta à escolha dos atores, acho que todos se encaixaram muito bem nos personagens, não só o casal principal. Os pais de Hazel são descontraídos e legais como no livro. O Isaac é realmente um carinha incrível! Mas nenhum deles foi tão bem escolhido como o Peter Van Houten, autor de “Uma Aflição Imperial”, livro preferido da Hazel. Willem Dafoe, que participou de Homem Aranha, é perfeito para o papel. Ele já me parece detestável só com sua forma de olhar. Assim foi muito simples odiar Peter, muito antes do mesmo abrir a boca no filme.

A versão filme, de A culpa é das estrelas, é enriquecido com detalhes simples. Como o cenário do quarto do Gus e o da Hazel. E os balõezinhos que aparecem enquanto eles trocam mensagens. Gostei bastante de terem mantido a narração da Hazel, alguns filmes tiram a narração dos personagens e perde totalmente a graça. Outra coisa que me agradou bastante foi a atenção especial que deram ao olhar e as mãos da Hazel. E ao sorriso do Gus.

Sinceramente, é uma história que vale apena ser sentida várias vezes. Seja lendo o livro ou vendo o filme.

Esse post foi publicado, originalmente, em 2014, num site chamado Cartaz Branco. Que morreu há muito tempo e, como achei esse postzinho perdido por aqui, quis compartilhar!