Being Êrica

    Being Êrica: Os meus amores de quatro patas <3

    19 de janeiro de 2017

    Quando a gente quer muito um bichinho de estimação fica difícil aturar alguém que nos diga que não podemos tê-lo. Geralmente, um cachorro ou gato de raça acaba custando mais do você pode pagar no momento, afinal, já tem outros gastos que você vai ter além de compra-lo. Por isso, uma alternativa viável e maravilhosa é procurar o abrigo mais perto e escolher seu próximo melhor amigo. Mas vá ciente de que na maioria das vezes, são eles que nos escolhem e não o contrario. Por isso, quis compartilhar um pouquinho da minha história com cada um dos meus atuais pets.

    Frajola foi o primeiro gato que eu adotei. Não esse Frajola da foto, era outro. Um filhotinho, que veio doente e não durou dois dias. Morreu dormindo e partiu o coração de uma criança de dez anos. Sério, até hoje eu tenho um trauma horrível, fico acordando todo bichinho que está dormindo perto de mim. Entro num pânico tão grande, que não consigo enxergar a barriga mexendo com a respiração do pet. Depois dele, veio a Sofia, uma gatinha linda, que fugiu com uns 3 meses. Um dia, minha irmã voltando do trabalho, encontrou o Frajola (esse aí mesmo) em uma lata de lixo, tão pequeno, tadinho. Mesmo eu dizendo que não queria mais gato, por já ter perdido dois em pouco tempo, meus pais pediram para minha irmã trazê-lo e o bichinho fez um tour de ônibus pela cidade. Não importa o quanto eu resisti, Frajola conquistou meu coração e hoje em dia eu não consigo pensar numa vida sem ele. Foi o primeiro gato que eu realmente tive convivência, afinal já são dez anos de parceria. <3

    Eu sempre tive cachorros em casa, meu pai não sabia ficar sem eles. Depois que ele faleceu, passei uns três anos sem um cachorrinho e já estava enlouquecendo de saudade de ouvir uns latidos. Perturbei minha mãe horrores até ela deixar eu ter um cachorro que, segundo ela, deveria ser pequeno, fêmea e que deveria castra-la o quanto antes. Adotar um cachorrinho pequeno não é tão simples, geralmente são cachorros de madames e custam absurdos. Passei meses perturbando pessoas que vendiam cachorros no OLX (juro que fiz isso), pedindo que se não conseguissem vender um dos cachorros da ninhada, que me dessem. Mas nada acontecia. Foi então que, através de um amigo, eu soube que tinha uma cadelinha para adoção em um petshop. Gente, quando eu vi a Wendy pela primeira vez, tive certeza que ela tinha sido feita sob encomenda pra mim. Ela é super pequena, já estava castrada (por que foi encontrada na rua pelo projeto Quem ama Castra), é peluda, simpática e super esperta (tudo que eu queria!). Para melhorar, minha mãe apaixonou de cara e a trouxemos para completar a família!

    Nesse meio tempo, aprendi que a gente consegue sim achar um cachorro pequeno num abrigo, que sempre devemos dar mais uma chance para ter um gato e que após a adoção não há nada melhor do que olhar para eles no aconchego do nosso lar e pensar “Que bom que não está na rua, passando frio e fome!”. Mas não importa o quão bem eu tenha feito a eles, são eles que me fazem o bem maior.

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    Qual a sua história com seu bichinho de estimação? Conta para mim aí nos comentários e me deixe morrendo de amores pelo seu pet.

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